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No terceiro episódio, Suburra continua trazendo bons momentos mesmo tendo esse modelo de iniciar no clímax, onde o desenrolar é carta coringa para prender o telespectador.
Aureliano é disparado o melhor personagem até aqui, mesmo a série carecendo de conseguir enfatizar os relacionamentos interpessoais de cada personagem, como Spadino e família, Gabriele e seu pai policial, os Adamis, a própria Sara com seu marido falido, e por aí vai. Estamos no início, mas espero que essa parte melhore daqui pra frente.
Em um panorama, estou curtindo tudo que a série envolve, mesmo com pouco tempo de tela. Acho os personagens bons, e a produção também. E é muito legal a ideia da Netflix de fazer produções originais estrangeiras. Se pararmos pra analisar, 3% foi a primeira série br original da Netflix, e creio que Suburra é a primeira italiana - alguém me corrija se eu estiver errado. Talvez pelo tema abordar mafia, Vaticano, política, muita gente “esperava mais”, porém o que vejo até aqui é uma produção com muita qualidade, ressaltando o pioneirismo que a série carrega.
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