 |
No meio de um jogo político e suas típicas características, Birgitte conseguiu transmitir, logo no começo, uma decência e coerência com os ideais que está representando de forma tão espontânea que achei o piloto mais que instigante, ele me seduziu imediatamente.
Curiosa pra saber mais sobre a trajetória dela, o caráter que a forma, o que ela teve que ceder pra estar ali - embora ela tenha me parecido coerente demais pra relativizar suas noções éticas - e, sobre o futuro, como ela lidará com as negociações político-partidárias, praticando o que afirma com tanta veemência, trabalhar para a renovação da Dinamarca.
E que fala linda, honesta e esperta no final do debate *-*
A forma como os conflitos pessoais foram apresentados fala bastante sobre os criadores da série. Não precisamos de diálogos comoventes pra captar a sensibilidade que existe para com as fragilidades de cada personagem e como eles devem lidar com isso suficientemente lúcidos para encarar uma constante competição, essa constante vigilância sobre seus atos. Os plots da jornalista e, mais ainda, do primeiro-ministro foram excelentes nisso. E até a família da própria Birgitte, aparentemente tão estável e unida, também deve guardar suas inquietações ou manifestá-las mais à frente.
|
8
0
0 |